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Movimento pró-aborto quer forçar médicos cristãos a realizarem a prática

Planned Parenthood alega que defender convicções religiosas e morais é discriminação  


Médica cristã
Médica cristã

O nome de Cecile Richards e da ONG Planned Parenthood podem não ser muito familiares aos brasileiros, mas eles são os responsáveis pelo maior lobby pró-aborto do mundo, tendo influência junto à ONU para regulamentar a prática na América Latina.

Nos Estados Unidos eles são muito próximos dos movimentos “liberais” ou “progressistas”, nomes adotados por lá para o discurso das esquerdas. Em entrevista recente, Richards anunciou que está abrindo mão de seu cargo, após ver seu nome ligado a um esquema venda de órgãos fetais e partes do corpo com fins lucrativos, e de encorajar as mulheres a praticarem abortos, a fim de expandir suas operações.

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Próxima de Hillary Clinton e da cúpula do Partido Democrata, ela atacou as decisões do presidente Donald Trump em permitir que os profissionais médicos pró-vida possam se recusar a praticar ou ajudar em procedimentos de aborto, mudando a lei assinada por Barack Obama anos atrás. No início de 2018, o governo dos Estados Unidos anunciou a criação da Divisão de Liberdade de Consciência e Religião, dentro do Ministério da Saúde.

O discurso de Richards, presente também em comunicações da Planned Parenthood, diz essencialmente que os cristãos devem ser forçados a realizar abortos. Diz não concordar com a nova legislação que permite proteger qualquer pessoa que tenha uma “objeção moral” ao envolvimento na morte de um nascituro.

Para o movimento que Richards faz parte, proteger quem se nega a realizar abortos é “vergonhoso”. A nova campanha da rede de clínicas de aborto Planned Parenthood, tem o título de “Discriminação, pura e simples. Lute agora”.

A ONG está reforçando suas campanhas de angariação de fundos após o governo Trump cortar os repasses para clínicas de aborto. Outra estratégia para continuar ativa é oferecer tratamento hormonal para transexuais.

Mas a influência de Richards não deve ser desprezada. Afinal, grande parte do discurso esquerdista no Brasil é influenciado por algo que já é defendido nos Estados Unidos. Portanto, não será surpresa vermos por aqui muita gente repetir o argumento da Planned Paranthood de que é “discriminação” alguém defender suas convicções “religiosas, morais ou pessoais”.

Afinal, o Manifesto Comunista, escrito por Marx e Engels em 1848, não defendia apenas teorias econômicas. No livro que influencia a esquerda em grande parte do mundo até hoje a moralidade, a lei e a religião são classificadas de “preconceitos burgueses” que deviam ser abolidos. Com informações de Life News




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