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Mulher perdoada por Trump: “ressuscitei dos mortos”

Condenada a prisão perpétua, ela se converteu e tornou-se pastora atrás das grades


Alice Marie Johnson
Alice Marie Johnson. (Foto: Reprodução / CBS)

A mulher de 63 anos liberada da prisão perpétua após receber o perdão do presidente Donald Trump, agradeceu a Deus após sair da cadeia onde passou mais de duas décadas, no Alabama.

Convertida na penitenciária, Alice Marie Johnson tornou-se pastora. Nas primeiras entrevistas que concedeu na porta da penitenciária, ela gritou “Aleluia” e afirmou: “Eu sinto como se minha vida estivesse começando de novo”.

O caso de Johnson foi revisto por Trump, que concedeu a ela o perdão judicial, pois mesmo sendo ré primária fora condenada à prisão perpétua.

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Em 1996, ela passava por problemas financeiros quando se envolveu com uma rede de traficantes. Acabou sendo envolvida em oito acusações criminais relacionadas com tráfico de cocaína e lavagem de dinheiro.

A ex-detenta, mandou um recado a Trump: “Vou deixar você orgulhoso por ter me dado essa segunda chance na vida. Alguém finalmente me ouviu, alguém teve piedade de mim. Essa pessoa foi o presidente Trump e, então, eu sou tão grata pelo que ele fez.”

Na entrevista que deu para a rede NBC, Johnson disse estar agradecida pela segunda chance que recebeu, avalia: “Foi como ser ressuscitada dos mortos”.

Agradeceu também à modelo Kim Kardashian, que pagou todas as suas despesas jurídicas e levou pessoalmente o pedido para sua soltura até Trump. “Eu sei que foi um milagre. Sei que apenas Deus poderia ter tocado o coração de Kim Kardashian”, destacou.

A pastora lembra que, durante o tempo em que ficou presa, teve um comportamento exemplar, sem nenhuma reprimenda no seu registro. “Não sou uma ameaça para a sociedade”, explicou. Durante seu período no cárcere, ela conta que aconselhou muitas mulheres mais jovens. Com informações de CBN



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