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Nações Unidas tenta reverter decisão de Trump sobre Jerusalém

Proposta do Egito recebe 14 dos 15 votos no Conselho de Segurança


Conselho de Segurança na ONU
Conselho de Segurança na ONU

Uma proposta encaminhada pelo Egito para o Conselho de Segurança das Nações Unidas recebeu o apoio de 14 dos 15 membros para que Trump reveja sus posição sobre Jerusalém. Durante uma reunião especial nesta segunda-feira (18), os EUA precisaram exercer seu poder de veto, sendo uma das cinco nações com este direito por terem assento cativo no Conselho.

Essa questão agora pode ser levada para a assembleia-geral, onde deverá ser aprovada. Caso isso ocorra, criará um imbróglio diplomático sem paralelos na história da ONU.

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A embaixadora americana nas Nações Unidas, Nikki Haley, fez um discurso veemente dizendo que “Nenhum país irá dizer aos Estados Unidos onde devemos colocar a nossa embaixada”. Rebateu também as acusações de que o anúncio feito por Donald Trump dia 6 de dezembro está dificultando o processo de paz entre israelenses e palestinos.

“É escandaloso dizerem que estamos atrapalhando os esforços de paz”, asseverou. “O que os palestinos ganham ao colocar obstáculos nas negociações? Um processo de paz que nega Jerusalém como capital de Israel não é um processo de paz”.

A postura de Trump rompeu com décadas de ‘consenso’ dentro da ONU, que continua defendendo que o ‘status’ final da cidade deve ser estipulado dentro de uma negociação de paz entre israelenses e palestinos.

O veto solitário, revela o isolamento de Washington nessa questão. Assim que o veto dos Estados Unidos foi anunciado, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu publicou um vídeo agradecendo tanto a Trump quanto a embaixadora Haley por continuarem ao lado de Israel. Com informações de Times of Israel



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