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ONU pretere cristão e escolhe socialista para dirigir a Agência de Migração

Derrotado, Ken Isaacs trabalhou na Associação Evangelística Billy Graham


Reunião na ONU
Embaixadora dos EUA na ONU Nikki Haley. (Foto: Reuters)

O socialista português Antonio Vitorino é o novo líder da Organização Internacional para as Migrações (OIM), da ONU. Ele foi eleito pela entidade, derrotando na votação o candidato proposto pelo governo Trump, Ken Isaacs.

Vitorino, que sucederá William Lacy Swing, dos Estados Unidos, depois de dois mandatos de cinco anos, assume o cargo em 1º de outubro, segundo comunicado divulgado pelo OIM. Filiado ao partido socialista, o português fez carreira política em seu país até ser eleito comissário da União Europeia para Assuntos Internos e de Justiça, quando passou para a diplomacia.

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Nikki Haley, embaixadora dos EUA na ONU, tentou angariar apoio para Isaacs, que trabalhou na Bolsa do Samaritano, braço de ação social da Associação Evangelística Billy Graham. Ele chegou a exercer o cargo de diretor do Escritório de Assistência a Desastres Internacionais da Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional.

Em maio, o porta-voz da Casa Branca disse que o governo Trump “apoia fortemente a candidatura de Ken Isaacs”, pois ele “pode advogar mais efetivamente para a OIM enquanto procura continuar cumprindo sua missão”. Já o vice-presidente Mike Pence disse que “Ken Isaacs é o tipo de líder que precisamos na liderança da OIM. Ele entende a complexidade da migração de forma que agregará excelência à organização “.

Acredita-se que pode ter pesado contra o diplomata cristão suas postagens no Twitter. Em fevereiro, várias de suas publicações foram destacadas pela imprensa, com pesadas críticas a ele. Ao comentar ataques terroristas, alguns dos tweets de Isaacs usavam a hashtag “#IslãNãoÉPacífico.

Ele chegou a escrever que os refugiados eram um “trunfo” para líderes islâmicos. Também apoiou a política de Donald Trump que tentava impedir a entrada de refugiados islâmicos nos EUA e pedia maior atenção para o pedido de refugiados cristãos, que eram minoria. Com informações Christian Post



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