Os infiéis ignorantes devem ser forçados a aceitar o islã, defende líder “moderado”

Jornalista filma evento fechado em mesquita e revela hipocrisia de clérigos muçulmanos


"Os infiéis ignorantes devem ser forçados a aceitar o islã"

Imãs radicais recentemente participaram de um evento promovido por uma instituição beneficente islâmica nos Estados Unidos. Os convidados pregaram em mesquitas da Virgínia, Maryland e Texas. Para a mídia secular, o discurso do Conselho sobre Relações Islâmico-Americanas (CAIR, na sigla original) é que eles promovem o “diálogo” e luta contra a “intolerância religiosa”. Seus eventos são anunciados como a promoção do “Islã moderado”,  mas o que foi visto no interior é algo bem diferente.

O jornalista paquistanês Ehsan Rehan fugiu de seu país natal e hoje vive em Washington, DC. Ele foi ameaçado de morte no seu país natal, após suas reportagens investigativas denunciarem o discurso de jihad radical de alguns imãs. “Devido às ameaças dessas organizações radicais, tive que fugir do país duas vezes, primeiro em 2009 e em definitivo em 2012”, conta Rehan.

Dia 18 de novembro o jornalista entrou no salão de eventos do hotel Holiday Inn em Springfield, Virgínia, e usou seu celular para filmar com seu celular o que era dito, embora isso fosse proibido pelos organizadores.

O orador principal da noite era Habib-ur-Rehman Ludhianvi, um imã islâmico que foi levado do Paquistão especialmente para o evento.

Sem meias palavras, Ludhiavi disso que os muçulmanos presentes estavam em uma “terra de infiéis”, a quem ele considera “ignorantes”. Seu discurso é um exemplo claro do que líderes muçulmanos dizem quando estão a portas fechadas e como isso muda quando ficam diante das câmeras em declarações públicas.

A rede operada por Ludhianavi, que dirige o seminário islâmico Dar-ul-Uloom, com sede no Paquistão, tem mesquitas nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido. O símbolo dessa organização é o local de culto em Minnesota, onde eles compraram uma antiga Igreja Católica e a reformaram em 2014.

O Centro Islâmico de Darul Uloom é considerado de linha radical, tendo laços conhecidos com a Tablighi Jamaat – grupo fundamentalista e proselitista conhecida por seus membros como o “Exército das Trevas”.

Na conferência da Virgínia, o imã Ludhianvi recomendou uma abordagem bastante clara para lidar com os que não acreditam na jihad, incluindo os muçulmanos “moderados”.

“Eles são ignorantes e não há necessidade de diálogo com eles, Deus lhes deu duas opções: uma é o livro sagrado [Alcorão] e a outra é a vara. Se não aceitam o livro sagrado, devem ser forçados com a vara”, disparou.

No mesmo dia em que Ludhianavi falava na conferência na Virgínia, Jaylani Hussein, outro líder muçulmano falava em um simpósio em St. Cloud, Minnesota, onde pregou a um grupo reunido na biblioteca pública da cidade: “Eu entendo que nossa organização [CAIR] está ameaçada. Eu sei por que somos atacados. Não é por causa do nosso silêncio. É porque nós carregamos uma grande vara”.

Segundo Rehan, uso que da palavra “vara” nos dois discursos a portas fechadas não deve ser ignorado pois é um termo comum para “força”, o que implica o uso da jihad, subentendendo terrorismo. Com informações de Rabwah e WND




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