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Páginas de esquerda promovem campanha “Magno Malta Não”

Catraca Livre e Quebrando o Tabu tentam mobilizar seus milhões de seguidores


Magno Malta
Magno Malta. (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

Quebrando o Tabu e Catraca Livre são duas influentes páginas associadas ao movimento de esquerda. Elas têm cerca de 9 milhões de seguidores cada e já tiveram sucesso no passado em campanhas de promoção de hashtags ideológicas. Para efeitos de comparação, a revista Veja tem 7 e o G1, da rede Globo, tem 11 milhões.

Agora, as páginas se unem a outras de menor expressão, na tentativa de impedir a nomeação do senador Magno Malta (PR/ES) para o “Ministério da Família” a ser criado no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. A pasta seria uma fusão do ministério do Desenvolvimento Social e da secretaria especial dos Direitos Humanos.

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Durante as eleições ambas deram espaço às campanhas “EleNão” e agora acreditam que deveriam influenciar nas escolhas do próximo governo. Em seu site, a Catraca Livre argumenta que os motivos para promoveram a campanha #magnomaltanão, não seria apenas “o despreparo do senador”, mas principalmente por ele ser “homofóbico”.

Também argumenta que existem “sólidos rumores sobre sua falta retidão com dinheiro público”.

O site lembra que está em consulta online no Senado uma proposta de Malta para impedir o casamento de pessoas do mesmo sexo.

Não há registros de nenhuma delas fazendo campanha contra a nomeação de ministro envolvidos em corrupção ou de comportamento questionável durante o governo de Dilma Rousseff (PT), quando se firmaram nas redes sociais como vozes atuantes nos movimentos ideológicos à esquerda.



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