MENU

Papa condena mortes de palestinos: “Violência nunca leva à paz”

Francisco faz apelos pelo “diálogo em busca de justiça e paz no Oriente Médio”


Papa Francisco
Papa Francisco durante a Audiência Geral. (Foto: Reprodução / Youtube)

Durante a Audiência Geral desta quarta-feira (16), na Praça de São Pedro, o papa Francisco condenou a morte de mais de 60 palestinos por soldados israelenses perto da fronteira entre Gaza e Israel.

O pontífice disse que as mortes só levarão a mais violência. Em seguida, fez um apelo por diálogo entre os dois povos para que haja justiça e paz no Oriente Médio.

“Estou muito preocupado e triste com o aumento da tensão na Terra Santa e no Oriente Médio e com a espiral de violência que afasta sempre mais do caminho da paz, do diálogo e das negociações. Expresso minha grande dor pelos mortos e feridos e estou muito próximo em oração e carinho a todos aqueles que estão sofrendo”, afirmou Francisco. “O uso da violência nunca leva à paz. A guerra gera guerra, e a violência gera violência.”

Leia mais

O papa também fez uma saudação a todos muçulmanos pelo início do Ramadã, nesta quinta-feira. “Que este tempo privilegiado de oração e de jejum ajude a caminhar na via de Deus, que é a vida da paz.”

A posição do líder mundial dos católicos em favor dos islâmicos, em especial os da Palestina, não é novidade. Em 2015, a Santa Sé reconheceu a Palestina como uma nação independente e em janeiro de 2017 inaugurou a embaixada da Autoridade Palestina (AP) no Vaticano. Na ocasião, Mahmoud Abbas, líder da AP, disse que isso era um “sinal do grande amor do papa pelos palestinos”.

Em outras ocasiões, Francisco já defendeu a divisão de Jerusalém em duas, como quer a Autoridade Palestina e se manifestou contrário à abertura de embaixadas estrangeiras ali, o que legitima o reconhecimento da cidade como capital de Israel. Com informações de Vatican News



Assuntos: , ,


Deixe sua opinião!

Mais notícias