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Parlamento Europeu pede fechamento de mesquitas que pregam o islã radical

Comissão Especial sobre terrorismo analisa "ameaça jihadista" no continente


Mesquita em Madri
Um momento de oração na sexta-feira, na mesquita da M-30 em Madri. (Foto: Ángel Navarrete)

A Comissão Especial sobre Terrorismo do Parlamento Europeu prepara um relatório com 139 propostas e passou a defender um maior controle prévio sobre os clérigos muçulmanos. A proposta é “fechar as mesquitas que não respeitam os valores da União Europeia”.

A proposta em breve dever ser votada no Parlamento e faz parte de um pacote de medidas que tenta lidar com a ameaça jihadista no continente. Ela foi elaborada com base num extenso trabalho ao longo dos últimos dez meses.

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As propostas incluem a intensificação das ações policiais para conter a promoção da violência, passando através do aumento das redes de vigilância. Um dos pontos-chaves é tentar impedir a promoção do terrorismo através do uso de ensinamentos do islamismo radical. Para isso, a Comissão pede que os Estados-Membros “fechem sem demora as mesquitas e locais de culto e proíbam associações que não respeitam os valores da União e incitam o crime, o ódio, a discriminação ou a violência terrorista”.

Também considera essencial a criação de uma “lista de observação” de clérigos radicais. O sistema recolheria informações sobre pregações extremistas para uma melhor troca de informações quando eles eventualmente visitam outros países europeus.

Outro pedido da comissão é que os países europeus proíbam e eliminem “toda a literatura religiosa dentro de seu território que incite atos violentos e terroristas”. Isso inclui sua retirada de lojas físicas e on-line.

A sugestão que poderá ter um impacto maior a curto prazo é para que União Europeia faça a integração do “Centro de Excelência para a Prevenção da Radicalização” com dados bancários, que poderia verificar formas de financiamento o terrorismo. A primeira medida nesse sentido seria a obrigatoriedade de “um certificado de rastreabilidade para obras de arte e antiguidades” e dinheiro vindo do comércio ilegal de tabaco. Com informações de El Mundo



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