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Pastor é preso por chamar homossexualidade de “pecado” em pregação na rua

Acusação de "homofobia" não se sustentaria no tribunal


Um pastor canadense estava em viagem missionária a Londres, Inglaterra. Na terça-feira passada (20), pregava nas ruas da cidade até ser interrompido por policiais. Uma lésbica o ouviu chamar a homossexualidade de “pecado” e, sentindo-se ofendida, deu queixa por “homofobia”.

Mesmo sem acusação formal, os policiais pediram que David Lynn parasse. Ele se recusou e começou a reforçar o que havia dito até aquele momento, clamando que as pessoas (incluindo os homossexuais) se arrependessem de seus pecados.

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O pastor Lynn nega que ele tenha ofendido a mulher, mas insistiu que apenas pregava a salvação através de um relacionamento correto com Jesus. Diante de sua recusa de parar a pregação, foi preso e conduzido até a delegacia próxima à estação Barking, do metrô.

Todo o episódio foi filmado por cristãos da igreja local que havia convidado Lynn. O pastor ficou preso durante 20 horas.

O Christian Legal Center (CLC), organização jurídica cristã que defende a liberdade de expressão no Reino Unido, entrou com um pedido de soltura e ele não será julgado. Afinal, não havia crime no que ele fazia, sendo a acusação de ‘homofobia’ leviana.

Na compreensão de Lynn, a polícia foi “precipitada”.

Representantes da CLC disseram que os policiais se desculparam com o pastor e admitiram que estavam errados em prendê-lo e lamentaram o “mal-entendido”.

Mesmo assim, Andrea Williams, líder da CLC, afirmou que o caso foi só mais uma prova que “os pregadores de rua estão sendo cerceados”. Já ocorreram casos similares no passado.

Missionário há 22 anos e com larga experiência em pregação nas ruas, o pastor Lynn disse que nunca havia enfrentado problemas, mas que a detenção não vai impedi-lo de pregar sobre o pecado e a necessidade de salvação através da fé somente em Cristo. Com informações de Premiere

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