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Pastor preso na Turquia será libertado após pressão de Trump

Secretário de Estado dos EUA diz que liberdade de Andrew Brunson é “passo importante” na relação bilateral


Andrew Brunson
Andrew Brunson. (Foto: AP)

Durante um discurso em um instituto de segurança nesta quarta-feira (10), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que a Turquia deve libertar o pastor Andrew Brunson em sua próxima audiência, no dia 12 de outubro. Para o governo de Donald Trump este seria um “passo importante” nas relações bilaterais.

Brunson, que está em prisão domiciliar, se apresentará a um tribunal turco amanhã. Ele é acusado de ter participado do golpe de Estado no país em 2016. Chamado de “terrorista” pelo governo de Recep Erdgogan, ele sempre negou qualquer envolvimento político.

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Os advogados de Brunson apelaram para o Tribunal Constitucional da Turquia para exigir que seu cliente fosse liberado para voltar para os Estados Unidos.

A rede de TV NBC informou que a Casa Branca realizoua um “acordo secreto” com o governo turco. Dois altos funcionários do governo falaram em condição de anonimato que Mike Pompeo, e o conselheiro de segurança nacional, John Bolton, tiveram reuniões com autoridades turcas no mês passado, durante a reunião da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York.

A expectativa de libertação de Brunson e o fim das sanções impostas pelos EUA fez a lira turca subir 2% no mercado hoje. Ainda segundo a NBC, o assunto ganhou uma atenção especial do vice-presidente Mike Pence.

Apesar de bravatas contra os americanos, Erdogan disse a repórteres nesta semana, quando perguntado sobre Brunson, que “obedeceria a qualquer decisão que o Judiciário desse”.

A NBC informou que, embora os detalhes do acordo não fossem revelados, incluiria um compromisso dos EUA de reduzir a pressão econômica sobre a Turquia.



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