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Pastor lista os “sete pecados” de Marco Feliciano

De forma irônica Ciro Sanches Zibordi comenta a defesa do deputado pela família tradicional como sendo um erro.


Para tentar esclarecer os motivos que levaram boa parte da sociedade brasileira a odiar o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), o pastor Ciro Sanches Zibordi listou os 7 pecados capitais que o parlamentar evangélico cometeu.

O texto é irônico e mostra que o grande problema de Feliciano foi ter permanecido fiel às suas convicções na defesa da família tradicional, mesmo assumindo uma comissão que tinha seus projetos focados na aprovação do aborto e propostas ligadas ao movimento LGBT.

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Eleito em 2010 com mais de 212 mil votos, Marco Feliciano não tinha tido tanto destaque na imprensa nacional até ser nomeado e eleito como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, isso em março deste ano, passando a ser alvo de manifestações e protestos vindo de grupos ligados ao ativismo gay.

A quantidade de votos que o deputado conseguiu foi o primeiro “pecado capital” na lista de Ciro Zibordi. O número é bastante expressivo e fez com que ele, Feliciano, fosse um dos deputados mais votados naquele ano.

Na lista de pecados, Zibordi cita que Marco Feliciano pecou por não ser um ex-BBB e por cometer um crime que nem existe no Brasil: o crime de opinião. Outro pecado seria ter votado contra a PEC 37, um projeto que de primeira tinha muitos adeptos na Câmara.

Leia:

1. Foi eleito com “apenas” 212 mil votos.

2. Ele é evangélico; não é gay nem simpatizante do movimento LGBT; e, para piorar, é defensor do modelo tradicional de família — essas características o transformam em um fundamentalista religioso, segundo a grande mídia.

3. Nunca participou do Big Brother Brasil.

4. Declarou-se contrário às propostas defendidas por um certo deputado BBBrasileiro com nome de carro antigo — não me pergunte o nome dele.

5. Aceitou ser indicado e eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados sabendo que não tinha os dois requisitos fundamentais para ocupar esse cargo: apoiar, sem nenhuma restrição, o aborto e os projetos do ativismo gay.

6. Conseguiu cometer um crime “gravíssimo” — que não existe no Brasil —, o de emitir opinião.

7. Foi um dos mais de quatrocentos deputados que votaram contra a PEC 37.



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