Pastores usam arte para pregar e se manifestar

Grupo católico também faz parte da parte da “cena” do grafite


Pastores usam arte para pregar e se manifestar

Existem muitos pastores que ficaram famosos por desempenhar uma outra profissão. Mas ser um “pastor-grafiteiro” é para poucos. Na grande São Paulo, existem dois deles que se sobressaem. Antônio Duque de Souza Neto, o Tota, tem 40 anos e grafita há 24. Juntamente com Anderson Hope (Hope) e Eder Sandro Alexandre (Sow), ele formou o coletivo 5 Zonas.

Tota e Hope, além de artistas de rua são pastores de igrejas pentecostais. Eles dizem que usam isso como uma maneira de evangelização. “Ajuda a conversar com a molecada. Eles veem a gente grafitando e isso acaba quebrando o estereótipo que se tem em relação aos evangélicos”, relata Tota.

Ele e seus companheiros já criaram vários projetos que realizados em convênios com órgãos municipais e estaduais. Considerado um dos principais nomes da cena de São Paulo, Tota já foi contratado por restaurantes finos para grafitar suas paredes


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A história das periferias e de suas instituições faz parte da “cena” do grafite feitos por líderes evangélicos e também por católicos.

Por exemplo, o Centro de Convivência Santa Doroteia, pagou o curso de artes que Mauro Sérgio Neri da Silva fez na Itália. Ele começou a grafitar em projetos realizados por padres progressistas das Comunidades Eclesiais de Base, nos anos 1980. “A igreja tem papel importante na minha história e na da periferia sul da cidade”, conta Mauro. Com informações Estadão.




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