Pastores saúdam Alckmin como candidato em 2018

Governador de São Paulo se reuniu com líderes evangélicos no Palácio Bandeirantes


Pastores saúdam Alckmin como candidato em 2018

Apesar das delações, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin alimenta esperanças para 2018. Na noite de terça-feira (6), ele abriu o Palácio dos Bandeirantes para cerca de 70 pastores.

Os líderes religiosos permaneceram por mais de três horas na residência oficial e apontaram o anfitrião como o “melhor nome” para uma eventual disputa presidencial nas próximas eleições.



Segundo a Folha de São Paulo, encontro foi articulado por Geraldo Malta, conhecido militante do PSDB, e Luciano Luna, pastor da igreja Poderoso Deus.

Extraoficialmente, muitos desses pastores acreditam que tanto Alckmin quanto o prefeito João Doria, seriam bons quadros.

O grupo que foi aos Bandeirantes era formado de representantes de conselhos de pastores e algumas das maiores igrejas evangélicas do Brasil. Entre elas a Renascer, a Batista e diferentes ramos das Assembleias de Deus, a Belém, que tem sede em São Paulo.



Aos presentes, Alckmin afirmou que a vida pública era um chamado de Deus e prometeu reforçar a parceria do Estado de São Paulo com entidades religiosas para programas como o combate ao crack.

O apóstolo Cesar Augusto, da Igreja Fonte da Vida, relata que questionou o governador se Deus o convocasse a concorrer ao Planalto, ele aceitaria.

“Ele só sorriu. Eu disse que precisamos de um gestor experiente, a situação está delicada”, confidencia Augusto. Ainda segundo o jornal, o fato de Alckmin ser um dos governadores no alvo da Lava Jato e com um processo correndo junto ao Superior Tribunal de Justiça, não seria “um impeditivo” para o apoio dos pastores.

“Ser investigado não é sinônimo de condenação. O quadro hoje é: quem não está sendo?”, questionou o apóstolo. Para ele, o importante seria “amadurecer” para não repetir o erro do passado.

“A população jogou tanta esperança num partido de esquerda e ficou desiludida”, lembra o pastor, que esteve com Dilma Rousseff (PT) meses antes do impeachment.




Deixe seu comentário!