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Pesquisa revela como cristãos mantém sua fé no ambiente de trabalho

Conduta profissional dos cristãos é influenciada pelos valores de sua fé


Homem trabalhando em máquina de costura
Homem trabalhando em máquina de costura

Uma pesquisa realizada pelo instituto Barna, dos Estados Unidos, analisou o comportamento dos cristãos em seus locais de trabalho. É possível manter a fé e a integridade em meio a pessoas com valores diferentes? O levantamento indica que sim, e a conduta profissional dos cristãos é influenciada pelos valores de sua fé.

O estudo “Cristãos no Trabalho” foi conduzido em parceria com a Universidade Abilene, do Texas, e divulgada na semana passada. Ele apresenta indicadores positivos de como os cristãos estão vivendo suas convicções fora da igreja.

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Os pesquisadores questionaram 1.459 cristãos americanos, empregados e desempregados. Todos concordaram que a fé é importante para sua vida; 82% acha que devem agir com ética; 74% responderam que deve sempre dizer a verdade e 72% acreditam que deve demonstrar moralidade.

Entre os entrevistados, 66% acha que os cristãos deveriam fazer amizade com os não-cristãos; 63% acredita que deveriam ser guiados pela humildade e 53% disse que é importante ajudar aqueles que são injustiçados por seus chefes.

A tendência é clara: a maioria dos cristãos querem fazer diferença em seus locais de trabalho, “mas nem sempre de uma maneira que chame atenção”, explicaram os analistas. Pouco mais de um terço dos entrevistados disse que deveria “influenciar as práticas” em seu local de trabalho.

Ao mesmo tempo, menos de um quarto acredita que compartilhar o Evangelho é uma responsabilidade durante o expediente. A pesquisa destaca que existe certa “cautela” para falar explicitamente sobre a fé.

Uma análise mais detalhada mostrou que os jovens são mais propensos a falar do Evangelho e influenciar seus colegas. Aproximadamente metade de todos os entrevistados disse que a igreja lhes oferece uma visão clara de como viver sua fé no trabalho.

“Esses resultados poderiam servir de alerta para os pastores. Eles ainda podem equipar e vocacionar essa geração para que sejam influenciadores no local de trabalho”, conclui a pesquisa.



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