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“Precisamos eleger mais políticos conservadores”, defende deputado

Felipe Francischini se firma como uma das vozes da direita no Paraná


O deputado estadual Felipe Francischini, de apenas 26 anos, se firma como uma das mais contundentes vozes “de direita” no Paraná. Cristão, ele defende a ideia de “conservador nos costumes e liberal na economia”.

Em entrevista ao Gospel Prime, disse que o conservadorismo é “uma bandeira que precisa ser levantada, seja nas assembleias estaduais, seja no Congresso nacional”.

Para ele, a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos é um exemplo do impacto que a política conservadora tem sobre uma sociedade. Não apenas a economia melhorou consideravelmente, é possível ver reflexos também na escolha de juízes da Suprema Corte, que poderá rever, por exemplo, a política abortista legalizada por lá desde a década de 1960.

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“Aqui no Brasil o próximo presidente irá indicar dois ministros para o Supremo Tribunal Federal e que precisamos rever muitas posições do STF”, sentencia Francischini.

Analisando a situação do país, o deputado acredita que “o pior legado que o PT deixou não foi o econômico, foi o marxismo cultural a questão da infiltração nas instituições públicas e total aniquilamento da questão moral e ética na questão política”.

Acredita que apenas um novo governo poderá mudar isso. Ele vê como uma necessidade urgente a proibição da doutrinação nas escolas. “Um projeto que apresentei na assembleia do Paraná é o Escola sem Partido. Não quero ver os professores amordaçados, mas os alunos têm o direito de cobrar que a matéria seja passada à risca. Não queremos doutrinação, nem de esquerda nem de direita, mas infelizmente hoje muitos saem doutrinados, com bandeira do Che Guevara e camiseta do Lula”, assevera.

Como deputado estadual que concorre à reeleição em outubro, ele lembra que embora “as Assembleia legislativa nos Estados têm uma competência reduzida, os deputados decidem questões como o plano de educação”. Cita como exemplo o que enfrentou no Paraná, onde “ele vinha recheado de questões como ideologia de gênero”, acrescentando que a mudança ocorreu também por que tiveram o apoio das igrejas.

“Precisamos eleger bons nomes porque são temas importantes e precisamos de gente conservadora ou de direita”, destaca. Ele acredita que o eleitor precisa estar atento, pois “muitos estão falando em nova política, mas vão utilizar este ano o fundo público o que é vergonhoso”.

O parlamentar lamenta que “Em Brasília, aprovaram um fundo de 1,7 bilhão de reais que foi retirado de áreas básicas como educação e saúde e o dinheiro vai ser usado em campanhas políticas, mas os verdadeiros conservadores são contra esse fundo e não vão utilizá-lo”.

Francischini não quer apenas fazer discurso, ele já tomou decisões práticas e ressalta: “no Brasil “temos mais de 1200 parlamentares entre deputado estaduais, federais e senadores. Os únicos quatro que abriram mão do fundo foram Jair Bolsonaro (PSL/RJ), Eduardo Bolsonaro (PSL/SP), Delegado Francischini (PSL/PR) e eu aqui na assembleia do Paraná. Espero que outros também abram mão desse fundo público da vergonha”.

Aliado de Jair Bolsonaro, ele está ajudando a promover a cúpula conservadora em Foz do Iguaçu (PR), que será realizada em 28 de julho. Por isso estende o convite, lembrando que será gratuita.

“É um evento muito importante fazer frente ao Foro de São Paulo, a narrativa que foi criado pelas esquerdas da América Latina e vamos ter vários encontros com especialistas, como General Heleno na questão da segurança e Paulo Guedes, sobre economia e o professor Olavo de Carvalho que falará por videoconferência. Importante para o debate dessas eleições”, encerra.

Assista a entrevista!



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