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Professor é investigado por ensinar que homem e mulher são biologicamente diferentes

Universidade acusa mestre de "transfobia" e de ser "antifeminista".


Germund Hesslow
Germund Hesslow. (Foto: Reprodução / Youtube)

Apontado como o país mais “progressista” da Europa, a Suécia se orgulha de ser a primeira “nação feminista” do planeta.

Na terra onde o politicamente correto tem força de lei, um professor da Universidade de Lund está sendo investigado por ter ensinado em sala de aula que a biologia distingue homem e mulher.

Agora, o professor Germund Hesslow responderá pelas suas afirmações “transfóbicas” e “antifeministas”. A denúncia foi feita por suas próprias alunas. PhD em Neurofisiologia, o mestre recusou-se a pedir desculpas e afirmou que não emitirá uma retratação, como pediu a universidade.

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Hesslow palestrava no curso “Herança Cultural e Meio-Ambiente” quando citou pesquisas que mostravam como as diferenças entre homens e mulheres eram “biologicamente fundamentadas”. Sua conclusão é que os gêneros não poderiam ser considerados “apenas construções sociais”, como defendem os teóricos da ideologia de gênero.

As alunas que fizeram a denúncia alegam que os comentários de Hesslow contrariavam a “base de valores” da Suécia. Esse programa governamental estabelece que todas as escolas do país precisam seguir valores como igualitarismo, liberdade individual e igualdade dos sexos.

Confrontado, o professor lamenta que alguns estudantes, “por razões ideológicas”, não gostam de ouvir certas verdades científicas sobre as diferenças biológicas entre homens e mulheres.

Ideologia não é ciência

Esclareceu ainda que o tema sequer era parte do material do curso, mas que fez os comentários para responder às perguntas dos alunos durante o curso. “Eu usei palavras que eu achava serem completamente inócuas, e aparentemente os alunos não veem assim”, disse Hesslow.

De acordo com a Academic Rights Watch, que monitora o ensino universitário, Hesslow foi chamado para uma reunião para explicar sua tentativa de impor uma “agenda pessoal antifeminista” e justificar a suposta transfobia.

Em sua resposta, Hesslow afirmou que sua única agenda era permitir que os fatos científicos orientassem suas aulas. “Ideologia, política e preconceito formam essa nova perspectiva convencional, mas não são ciência”, encerrou. Com informações RT



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