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Silas Malafaia denuncia Datafolha: “Pesquisa bandida”

Pastor acredita em armação contra Bolsonaro


Malafaia
Silas Malafaia. (Foto: Reprodução / Youtube)

É recorrente no Brasil a tentativa da grande mídia em manipular a população através de pesquisas eleitorais. O instituto Datafolha, um dos mais conceituados no país, ligado ao jornal Folha de São Paulo, mais de uma vez teve os resultados de suas enquetes colocado sob suspeição.

Em novembro de 2017, o editor-executivo da Folha, Sérgio Dávila, admitiu que o jornal é formado, em grande parte, por ideólogos de esquerda. Em um texto sobre o ex-prefeito petista Fernando Haddad revelou que “as redações são formadas em sua maioria por uma elite intelectual de jovens progressistas de esquerda”.

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Além da cobertura parcial do jornalismo da empresa, que várias vezes favoreceu Lula e o Partido dos Trabalhadores, a última pesquisa do Datafolha mostra que isso também é realidade no Instituto de Pesquisas.

O pastor Silas Malafaia, que já denunciou a empresa jornalística várias vezes, divulgou um vídeo onde classificou de “bandida” a pesquisa mais recente do Datafolha, que mostra o ex-presidente Lula como favorito caso concorra à presidência em 2018.

Malafaia fez questão de dizer que não concorda com Bolsonaro em algumas de suas posturas, mas classificou de “covarde” e “suja” a tentativa do Datafolha em tentar a atribuir a ele enriquecimento ilícito.

Conforme lembrou o líder do ministério Vitória em Cristo, Jair Bolsonaro foi, de fato, denunciado ao Ministério Público, mas Rodrigo Janot arquivou o processo, por não constatar irregularidades.

Entre vários argumentos, Malafaia destacou que a pesquisa eleitoral mais recente provoca a indução no público ao tentar fazer denúncias que não se sustentam, tendo, por exemplo atribuído a Bolsonaro o patrimônio de toda a família.

“É jornal Folha que diz quem é honesto ou desonesto?”, questionou o pastor. Também lembrou que o nome do apresentador Luciano Huck foi incluído na pesquisa, embora ele tenha declarado que não é candidato.

Ao mesmo tempo, apresentou aos entrevistados o nome de Lula, “condenado em segunda instância a 12 anos de cadeia por corrupção”, embora pela lei da Ficha Limpa, ele não poderia ser candidato.

Finalizou repetindo o desafio à Folha de fazer reportagens investigativas para mostrar o enriquecimento dos filhos de Lula no período em que o pai foi presidente.

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