Só o amor de Cristo tira muçulmanos da jihad, diz Saeed Abedini

Pastor lembra que o Alcorão ensina que os muçulmanos devem matar os infiéis onde quer que eles estejam


Só o amor de Cristo tira muçulmanos da jihad, diz Saeed Abedini

Saeed Abedini, pastor que passou 3 anos e meio preso por pregar o evangelho no Irã, tem dado testemunhos impressionantes sobre o tempo que passou nas penitenciárias daquele país. Esta semana, afirmou que se os cristãos não alcançarem os muçulmanos com o amor de Jesus Cristo, os radicais irão alcançá-los com a jihad.

O conceito de jihad (guerra santa) é muito debatido no islamismo, pois numa interpretação literal do Alcorão significaria matar todos os infiéis (não muçulmanos). Abedini é iraniano e abandonou o islamismo quando conheceu Jesus. Ele sempre advogou que é “mentira” quando dizem que o Islã é uma religião de paz.

“Se os muçulmanos dizem: somos pacíficos, não acredite. O Alcorão ensina que os muçulmanos devem lutar e matar incrédulos (Jihad) onde quer que eles estejam”, enfatiza.

Lembra ainda que a diretriz é que a lei islâmica (sharia) deve governar todas as sociedades (Sura 2: 190-193). Na época da Páscoa, Abedini lembrou disso em texto publicado após os ataques terroristas contra cristãos no Paquistão.

Embora muitos líderes muçulmanos em todo o mundo tenham condenado constantemente o terrorismo em nome de Alá, para o pastor iraniano, “ISIS, Al Qaeda, Talibã e a República Islâmica do Irã estão praticando o verdadeiro Islamismo, destruindo igrejas e matando cristãos  todos os dias”, escreveu ele.

Ele argumentou que não há nenhuma região do mundo onde as sociedades islâmicas convivam em paz com as pessoas de outras religiões. Abedini relata que se converteu ao cristianismo aos 20 anos de idade, renegando seus lações com o Islã.

Desde então sentiu-se chamado para plantar igrejas no Irã, apesar da perseguição que ele enfrentou. Apesar de todas as dificuldades que enfrentou, continua amando os muçulmanos, a quem deseja ver livres de uma religião e que conheçam o único Deus verdadeiro. Com informações de Christian Post




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