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Templos da Universal são atacados por opositores de Bolsonaro

Ataques ocorreram no Brasil e no Chile


Templo da IURD no Chile
Templo da IURD no Chile pichado por vândalos. (Foto: IURD)

“Extremismo”, “discurso de ódio” e “intolerância” tornaram-se quase mantras ao longo das eleições de 2018. Na reta final da campanha, ataques a templos da Igreja Universal do Reino de Deus mostram a realidade que a grande mídia parece fazer questão de ignorar.

Em 20 de outubro, a igreja situada na Bela Vista, em São Paulo, foi vandalizada. Apoiadores de Fernando Haddad (PT) vandalizaram o prédio, pichando frases como “Ele não” e “Estado Laico”.

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Um dos fiéis filmou o momento em que eles passavam pelo local e gritavam insultos ao fundador da denominação, Edir Macedo, bem como o nome candidato petista. O pastor Amenon Trento, afirma que eram partidários do PT e do PSOL.

“Se exaltaram e subiram na grade da Igreja. Passaram a pichar os muros, de forma que tivemos que tomar providências rapidamente e fechar as portas para que as pessoas que participavam do culto não fossem prejudicadas ainda mais, pois já haviam sofrido abalo psicológico”, conta.

Desde que Haddad passou a chamar Macedo de “charlatão” há um clima de animosidade de seus eleitores contra a Universal. Ele não admite que o bispo, antigo apoiador de Lula e Dilma, tenha declarado voto em Bolsonaro.

Ataque fora do Brasil

Nem mesmo as igrejas fora do Brasil estão imunes a esse tipo de ação política. A sede da Igreja Universal no bairro Recoleta, em Santiago, capital do Chile, também foi vandalizada.

Vândalos agiram na madrugada desta sexta (26). Imagens divulgadas no site da IURD mostram frases como “com o seu dízimo financias o diabo”, “ele não” e “Hitler = Bolsonaro” foram pichadas na fachada da igreja.

Nopasaran
#Nopasaran. (Foto: IURD)

Também foram distribuídos panfletos com o mesmo tipo de desenho usado contra Bolsonaro no Brasil, o que mostra ser um ataque coordenado.

A Universal está presente no Chile há 27 anos e não costuma registrar esse tipo de violência. O pastor Francisco de Menezes, que é brasileiro, diz que essa é a primeira vez que a igreja é pichada assim.

“Vamos abrir normalmente, isso não nos intimida”, afirmou o pastor. “Mas acho uma ação de terrorista, de vândalos.”

Ele destaca que se preocupa com os rumos do Brasil. “Oro para que as pessoas votem em um candidato que traga ordem ao Brasil e não desordem!”, finalizou.



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