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Victório Galli cobra Temer: “brasileiros são contra o aborto”

Deputado do MT diz que os cristãos "não são inimigos" do Estado.


Imagem: Divulgação

A divulgação que o presidente Michel Temer teria autorizado que uma ONG abortista fizesse um evento para “debater a atuação da bancada religiosa conservadora no Congresso Nacional e elaboração de estratégias conjuntas de enfrentamento à esta atuação” continua repercutindo mal junto à bancada evangélica.

Mesmo após o Secretária-geral da Presidência da República, Ronaldo Fonseca, dizer que “foi um erro cometido por uma secretária exonerada” e que iria ser cancelado, o deputado federal Victório Galli (PSL/MT) cobrou explicações do presidente.

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Ao Gospel Prime, ele afirmou que recebeu “com surpresa e indignação” a notícia que o tal evento seria feito como defesa do Estado laico. “Eu defendo o Estado laico, mas a laicidade não impede que haja parlamentares cristãos, eleitos por brasileiros que se identificam com essas bandeiras”.

O parlamentar do Mato Grosso disse estar farto das tentativas de desacreditar o trabalho dos cristãos no Congresso, especialmente às vésperas da eleição. Ele também cobrou uma postura mais clara de Temer: “Gostaria de pedir que o presidente viesse a público se manifestar, que dissesse ao povo o que aconteceu e o que ele pensa sobre esse tema. Não podemos ficar a mercê desse ativismo de esquerda nas instituições”.

Conforme lembrou, “a legalização do aborto nunca foi discutida pelo Congresso e, se for, tenho certeza que não passará”. Destacou ainda as pesquisas recentes, mostrando que a maioria dos brasileiros é contrária à legalização do aborto e que o governo não pode ignorar isso.

“Como cristão e defensor da família e da vida, quero reforçar meu compromisso em lutar contra essas ideologias globalistas que tentam se impor em nosso país. Estamos às vésperas da eleição e acredito que é uma boa oportunidade para que as pessoas fiquem atentas ao que está acontecendo no nosso país”, asseverou.

Encerrou lembrando que seu partido tem como candidato a presidente Jair Bolsonaro, “que é contra o aborto e não vê os cristãos como inimigos, mas sim como aliados. Essa sempre foi nossa postura [do PSL] e continuará sendo”.

Até o momento, o governo não emitiu nota oficial sobre a doação.




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