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YouTube apaga canais cristãos e gera revolta

Pastor lamenta que há cybercensura também no Facebook e no Twitter


O ministério evangélico TruNews foi notificado nesta segunda-feira (2) pelos YouTube que seu canal de notícias cristãs estava “permanentemente banido” da rede social de vídeos.

A gigante de tecnologia Google, dona do Youtube decidiu encerrar a conta da TruNews, que fazia um programa do estilo telejornal, com uma perspectiva cristã dos fatos mais relevantes. O YouTube enviou o comunicado que o TruNews – corruptela para “notícias de verdade” em inglês – por causa de um programa onde foi debatido o Genocídio Armênio nas mãos dos islâmicos na Turquia.

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O pastor Rick Wiles, responsável pelo ministério que produz o programa, criticou a postura do YouTube, chamando-os de “os novos tiranos da tecnologia”. Ele afirmou que está evidente que “estão tão desesperados para silenciar cristãos e conservadores que estão expondo o que a [grande]”. O assunto gerou revolta nas redes sociais, conforme noticiou a revista Charisma. Há uma preocupação crescente de que, em breve, todos que se manifestem contra a agenda do “politicamente correto” seja banido.

Segundo Wiles, “Os esquerdistas da geração ‘floco de neve’ estão furiosos porque a maioria das pessoas não quer mais escutar sua propaganda marxista idiota”.

O pastor e jornalista conta que vem de uma família que enfrentou severa da perseguição religiosa na Alemanha em 1700 por que desejavam adorar a Deus em liberdade. “Meus ancestrais não foram silenciados, e eu não serei silenciado pelo YouTube. Toda geração tem seus tiranos. Nós temos tiranos da tecnologia”, afirmou o líder religioso, ao explicar que está buscando outras plataformas onde poderá apresentar seus programas.

No vídeo-denúncia produzido por ele e publicado no DailyMotion há uma lista de 17 ministérios cristãos que tiveram seus canais apagados pelo Youtube desde o ano passado. Fazem parte dela vários sites e programas de mídia independente que vinham denunciando as atrocidades de movimentos islâmicos e ironicamente foram denunciados por “discurso de ódio”. Eles acreditam que isso é um movimento orquestrado contra os conservadores.

O líder religioso lembra que uma característica marcante dos movimentos de esquerda sempre foi a intolerância religiosa. “A França hoje é uma nação ateísta, de governo socialista, que porque nunca se recuperou da Revolução Francesa. Um dos primeiros atos dos revolucionários foi decapitar sacerdotes e queimar igrejas. Da mesma forma, os comunistas que fizeram sua revolução na Rússia em 1917 massacraram 300.000 religiosos ortodoxos, incluindo seus sacerdotes da igreja. Mao Tsé Tung se orgulharia da revolução cultural marxista que varre nossa sociedade ocidental e tenta apagar nossa herança cristã”, apontou Wiles.

Ele é o pastor da Igreja Flowing Streams, na Flórida, e diz que faz parte da missão moderna da igreja usar tecnologia e as comunicações para espalhar o evangelho pelo mundo. Destacou ainda que a internet tem sido usada para levar o evangelho à igreja clandestina em todo o mundo.

“O Senhor me disse durante um período de jejum que logo se tornará muito perigoso e difícil viajar pelo mundo como pastor ou missionário”, avisou. Sua expectativa é que será questão de tempo até que seu ministério seja banido pelo Facebook e pelo Twitter também, como já vem acontecendo com outras páginas conservadoras.



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